sexta-feira, 1 de janeiro de 2016

A TRISTEZA DE JOSÉ

Nestas andanças das festas, entre o Natal e o Ano Novo, às vezes surgem saborosos diálogos, crónicas cheias de ironia, que não poucas vezes revelam apurado sentido de observação. Numa delas, que li no "El País", o cronista discorria sobre o Presépio e expressava a sua perplexidade pelo facto de nas representações iconográficas do nascimento de Jesus, descobrir sempre um S. José de semblante triste, o que era estranho na figuração do nascimento de um Menino que, para mais, era Deus. Em busca de uma explicação para o facto, o cronista pensou em voz alta:
-- Se calhar, ele gostava mais que fosse uma menina!

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